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<title>,.-~*´¨¯¨`*·~-.¸-(_Assustador_)-,.-~*´¨¯¨`*·~-.¸ </title>
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<description>Só entres se estiveres preparado,
Só leias se tiveres sangue frio
Por isso, se tens isto tudo, sê bem vindo... </description>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 14:29:39 +0100</pubDate>
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<title>,.-~*´¨¯¨`*·~-.¸-(_Assustador_)-,.-~*´¨¯¨`*·~-.¸ </title>
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	<title>A BRUXA</title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/a-bruxa</link>
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		<description><![CDATA[<p align="center"><font face="Souvenir Lt BT" size="6"><strong><font face="Souvenir Lt BT" size="4" color="#ffffff">Cristina era uma socióloga respeitada. Especializou-se no estudo da época da inquisição, quando, sob o manto da igreja, pessoas eram queimadas sob acusação de bruxaria. Através de suas pesquisas concluiu que, na maioria das vezes a perseguição era política, os acusados nunca haviam se envolvido com satanismo. Alguns casos pareciam típicos de doentes mentais, que mais deveriam ir para o sanatório que para fogueira.<br /> Um caso, contudo, chamou-lhe a atenção: Catarina, uma mulher do século XVII, queimada num povoado do interior, conhecida como a maior das feiticeiras. As lendas que dela se contavam perduravam até os dias atuais, sobre seu poder e maldade. Morrera queimada, jurando vingança.<br /> Cristina viajara para a cidade que se desenvolvera perto do antigo povoado onde a bruxa teve seu fim. Verificou que ,apesar dos séculos, as pessoas conheciam histórias sobre ela, havendo inclusive aqueles que jurassem ter visto reunião de demônios comandados por Catarina em um vale próximo. Cristina ia assim juntando material para uma nova tese, sobre o imaginário popular.<br /> Algumas coincidências, porém, logo chamaram-lhe a atenção. De tempos em tempos sumiam crianças na região, que nunca eram encontradas. Assim como começavam, os desaparecimentos terminavam. Catarina era considerada culpada, mesmo séculos após ter morrido. O fato é que nunca qualquer pista foi encontrada. Justamente após sua chegada na cidade, crianças começam a sumir, sem deixar vestígios. Havia mais de cinqüenta anos que aquilo não acontecia, portanto não poderia ser a mesma pessoa. Três garotos estavam desaparecidos. Não havia pista alguma, uma testemunha que fosse.<br /> Cristina envolveu-se com as investigações. Sentia que, se desvenda-se aquele crime, poderia explicar a estranha influência que aquela lenda exercia sobre a população daquele lugar.<br /> Passado algumas semanas nada de novo havia sido descoberto. Das outras crianças não mais foram vistas. O delegado local pensava até em pedir ajuda federal. Cristina não dormia direito, procurando, pela lógica, encontrar uma solução.<br /> Um dia a socióloga aparece na delegacia. Não havia dormido a noite anterior. Apesar de cientista tinha uma intuição. Visivelmente alterada, pediu ao delegado que a acompanhasse com alguns policiais. Foram ao local onde, pelos relatos que descobrira, Catarina havia cumprido pena. Era um pequeno vale. Movida por uma força estranha, Cristina, com as mãos escava o sopé de um morro próximo. A terra estava fofa. Os pequenos ossos não demoraram a aparecer.<br /> Ao ver tudo aquilo, o rosto de Cristina se transformou. À vista incrédula dos policiais, ela começava a gritar palavras incompreensíveis. Era como se duas almas lutassem por um só corpo. Suas feições iam, aos poucos, se transformando. Ela despiu-se até que, completamente nua começou a dançar freneticamente, num ritmo cada vez mais rápido, começou a levitar. De seus olhos, emanava o próprio mal. Cristina havia sacrificado aquelas crianças. Sem saber, seu corpo fora apossado por Catarina, que assim executava a sua vingança. </font></strong></font></p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/a-bruxa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:34:21 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Difícil de enterrar </title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/dificil-de-enterrar</link>
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		<description><![CDATA[<p>Minha avó sempre me conta que por volta de 1912 quando ela chegou aqui no Brasil vinda de Portugal, uma prima dela estava grávida de gêmeos. Tudo correu bem no parto, mas durante os anos que se passaram algumas coisas foram notadas pela familia: uma das crianças era um santinho e o outro um capeta, mas todos pensaram que era coisa do crescimento. A prima de minha avó entao abriu uma mercearia que com o tempo foi se transformando em uma excelente fonte de renda. Ela comprou terrenos, casas e tinha tudo do bom e do melhor. 25 anos se passaram e em 1937 um dos filhos pediu a mãe (prima de minha avó) dinheiro para viver sua propria vida. A mãe então relutou mas resolveu dar a parte da herança que cabia a esse filho. Esse filho foi então viver a vida pelo mundo. Cerca de dois anos depois ele retorna com uma cara de transtornado pedindo mais dinheiro, a mãe então diz a ele que não vai lhe dar nada. Ele revoltado diz a mãe que se ela não lhe der o que ele pede ira matá-la. Ela dá resposta negativa. Ele então saca uma arma de sua cintura para atirar na mãe, mas no momento em que ele puxa a arma ela dispara e o tiro pega naquela veia da coxa que se for cortada já era (não sei bem o nome da veia), e ele morre ali mesmo na frente da mãe. Os preparativos para o enterro são feitos e naquela época ainda se tirava medida dos corpos para fazer o caixão. Tiraram a medida e quando foram colocar o corpo no caixão, não dava mais, o corpo tinha inchado, tiraram então a segunda medida e de novo o fato se repetiu, o corpo inchara mais um pouco e não entrava no caixão. Este fato se repetiu por umas quatro vezes, até que o padre local ficou sabendo da história e foi fazer uma averiguação. Após muitas rezas e estudos sobre o fato descobriu-se que o corpo só poderia ser enterrado se ele (o morto) obtivesse o perdão da mãe (prima da minha avó). O padre então conversou com a mãe e ela após relutar muito resolveu dar o perdão... e foi aí que aconteceu o mais estranho, o corpo foi enterrado no primeiro caixão feito para o enterro. O fato aconteceu há mais de sessenta anos atrás, mas há quem diga em São Cristóvão (bairro do Rio de Janeiro) que até hoje no local onde funcionava a funerária onde foram feitos os caixões, hoje em dia uma fábrica, podem-se ouvir berros durante a madrugada com as seguintes palavras: "Mãe eu quero mais dinheiro, ou a senhora me dá mais dinheiro ou então eu te mato !!!!"
</p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/dificil-de-enterrar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:31:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A Casa dos Rostos</title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/a-casa-dos-rostos</link>
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		<description><![CDATA[<p><font color="#ffffff">Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens.</font></p>
<p><font color="#ffffff">Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.</font></p>
<p><font color="#ffffff">O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que explicasse a origem dos retratos.</font></p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/a-casa-dos-rostos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:31:11 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O assassinato de Jéssica</title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/o-assassinato-de-jessica</link>
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		<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" width="645" align="center" style="border-collapse: collapse">
<tr>
<td width="635" height="26" style="border: black 1px">
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right">&nbsp;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right">&nbsp;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right">&nbsp;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right"><font face="Tahoma" size="1" color="#666666">página 1</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Os lindos fios dos cabelos louros caíam sobre a pia do banheiro enquanto Jéssica os penteava cuidadosamente com sua escova preferida. Sua mãe logo a apressava para ir à escola, como sempre, estava atrasada.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O trânsito da cidade mineira de Boa Vista era muito tranqüilo para uma população de 150 mil habitantes. </font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Gorete a mãe de Jéssica tinha um temperamento amigável, mas era impaciente quando se tratava de esperar alguém, e como de costume, foi por todo caminho até escola dando sermões em Jéssica por seu atraso rotineiro.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O ano era de 1974 e Jéssica cursava a 8ª série do ensino fundamental, naquele mesmo ano se formaria e sua mãe havia lhe prometido pagar toda a formatura, um presente pelas excelentes notas do ano todo.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O dia de Jéssica e todos os alunos correu normalmente, repleto de lições difíceis, contas absurdas, fórmulas complicadas e muitas risadas com suas amigas. Tudo estaria normal a não ser pela chegada do novo inspetor de alunos, um rapaz de 30 anos que chamou a atenção de diversas garotas e em especial de Jéssica.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Dia após dia, Jéssica passava longos períodos observando Célio trabalhar, sua atenção desde então estava toda focada em um homem.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Jéssica já havia namorado, mas nada que fosse realmente bom para que se tornasse uma relação estável e duradoura.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">As amigas de Jéssica já notavam a sua indiferença nas conversas durante a aula e também não gostava mais de passear pelo pátio durante os intervalos.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Pouco a pouco Jéssica foi ficando sozinha, dentro de si uma revolta foi se criando e tinha em mente um único desejo, conquistar o amor de Célio, sem o consentimento de sua mãe ela estava matando aulas e passava longos momentos à procura do Célio.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Jéssica era insistente naquilo que desejava e vagarosamente como uma doce menina foi tendo contato com o inspetor, fruto de noites em claro, viajando em seus pensamentos de adolescente apaixonada.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Meses se passaram e como toda boa escola que se prezasse os comentários nos corredores entre os alunos e também entre os professores logo se espalharam, mas a essa altura Jéssica e Célio já estavam próximos demais para, uma amizade incontrolável os possuía, ainda não havia acontecido nada em especial, mas tudo indicava que não demoraria.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio apesar da idade, tinha uma ótima aparência, era belo e isso encantava todas as mulheres com quem ele convivia, mas estranhamente não tinha ninguém e muito menos comentava seus relacionamentos, era uma pessoa fechada e estranha e ao mesmo tempo, atencioso e prestativo.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Já era agosto, as aulas transcorriam normalmente e Jéssica apresentava resultados ruins em suas provas, não era mais uma aluna aplicada, tão pouco uma boa amiga o que resultou em um isolamento de sua vida habitual.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Em setembro a amizade dos dois se tornou algo indestrutível, Célio já havia levado chamadas de seus superiores por deixar muitas vezes o trabalho de lado e dar atenção a Jéssica. </font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Jéssica por sua vez explicava insistentemente para sua mãe que a queda no rendimento escola era em função das difíceis matérias.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Gorete foi levando a situação de maneira a acreditar em sua filha, mas em seu interior sentia que algo estava errado.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Setembro já dava o ar da graça, em sua primeira semana e em uma tarde chuvosa os alunos foram dispensados mais cedo em função de manutenções na escola. Foi quando Jéssica viu ali um excelente momento para fica com Célio e assim fez.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Durante todo o restante da tarde os dois permaneceram juntos e bem atrás de um monte de carteiras velhas aconteceu o primeiro beijo.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O encontro dos lábios de dois apaixonados e reprimidos pela sociedade e pelas diferenças, ali se fez. Nada estava entre Jéssica e Célio.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Já era novembro e a paixão entre os dois estava cada vez mais forte, se encontravam escondidos quase todos os dias sem levantarem qualquer suspeita, pois Jéssica havia melhorado em suas notas e faltas e Célio não conversava com ela em horário de aula.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O tempo passou de tal maneira a fazer com que Célio sentisse desejos mais íntimos com Jéssica, que todas as vezes recusava e sentia-se de certa forma incomodada com situação, já que ainda era virgem.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Algumas semanas depois, as aulas estavam se encerrando e algo atormentava Jéssica, no próximo ano estaria em uma nova escola e não mais veria Célio com tanta freqüência, e uma decisão estava tomada: Ela iria se entregar ao Célio.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Tudo estava planejado com Célio e aconteceria após um dia de provas quando todos sairiam mais cedo.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O local era um antigo banheiro feminino, há muito tempo desativado devido a escola estar com poucos alunos e não haver necessidade de tantos lugares em funcionamento.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Jéssica teve sorte e a prova estava fácil, logo que concluiu todas as questões se apressou para ficar com Célio até que todos saíssem da escola.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio parecia nervoso e inquieto, logo chamando a atenção de Jéssica que o questionou sobre seu comportamento. Com a voz trêmula Célio disse que estava tudo bem e que estava apenas um pouco preocupado para que ninguém os visse.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Enfim, a escola tinha se esvaziado, o último aluno cruzou o portão que logo foi fechado por Célio.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Longe dos olhares de outros funcionários da escola, o casal correu para o banheiro. Célio teve o cuidado de trancar a porta, fato que chamou a atenção de Jéssica, mas que pouco se importou.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O clima entre os dois foi cada vez mais se aflorando, entre abraços e beijos Jéssica sentiu no bolso de Célio um objeto estranho, mas achando ser apenas o molho de chaves, continuou a acariciar seu namorado.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio tirou sua camiseta e pressionava Jéssica contra a parede, a menina parecia experiente e se deixava levar pelas atitudes de Célio.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio estava bastante excitado com a relação e sem pudor algum foi despindo Jéssica que naquele dia estava com roupas brancas.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Completamente nua Jéssica estava pronta para receber Célio por completo, quando uma série de atitudes bruscas começou a apavorar a garota.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Os dedos grossos e ásperos de Célio invadiam os órgãos genitais de Jéssica, com muita força ele tentava forçar a menina a se deixar levar pelos atos. Jéssica repudiava em certos momentos, mas era fortemente abraçada por Célio, imobilizando-a.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Uma forte dor seguida de ardência fez com que Jéssica gritasse e chorasse, principalmente quando notou que sangue escorria entre suas pernas.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Pedindo incessantemente para que Célio parasse, ela foi calada com os dedos vermelhos e repletos de sangue introduzidos em sua boca, fazendo com que o líquido da vida fosse engolido pela garota seguido de um beijo sádico.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000"><img src="http://www.contosdeterror.kit.net/celioejessica.jpg" border="0" alt="" width="180" height="231" align="right" />Jéssica estava em pânico e sofria com as fortes dores, até que Célio invadiu seu corpo, uma mistura de prazer medo e agora ameaças estavam presentes naquele velho banheiro.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio tirou de seu bolso um canivete que usou como arma de ameaça para que a menina permanecesse calada e atendesse todos seus desejos.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio parecia realizado, era um desejo seu abusar de uma virgem e dela extrair liquido da vida para que entre os corpos, além do suor existisse a cor da paixão.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Por trás da personalidade doce e tímida de um simples inspetor, existia um maníaco, que guardava os mais torturantes e terríveis desejos.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Já no chão, deitou sobre a menina, concretizando seu ato de crueldade.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">As paredes tinham sangue, assim como o chão, as roupas e os corpos dos dois.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Jéssica tentou reagir e chegou a ferir um olho de Célio, revoltado ele quis se vingar e antecipou o que tinha previsto para o final da relação.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Agarrou Jéssica pelo pescoço com apenas uma das mãos, enquanto com a outra segurava o canivete e cortava os lábios dela.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Ainda não satisfeito, ordenou que Jéssica pusesse a língua para fora e num golpe rápido arrancou a ponta. Jéssica ficou estática, e em choque mal podia gritar.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Seus sussurros de nada adiantavam e sendo empurrada  para uma cabine junto a um vaso sanitário e sua única reação foi apertar compulsivamente a descarga, infelizmente em vão, pois no momento ninguém que estava por lá conseguiu ouvir, pois a distância era grande, tentou três vezes mesmo possuída por Célio.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Já fraca e sem reação desistiu de lutar pela vida, Célio decidiu acabar com tudo rapidamente. Agarrou a cabeça de Jéssica golpeando-a fortemente na beirada do vaso sanitário.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Jéssica desmaiou tamanha foi a força dos golpes que parte da louça do vaso se partiu.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio com seu canivete cortou a garganta de Jéssica, que inerte morreu pouco tempo depois.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><img src="http://www.contosdeterror.kit.net/morta.jpg" border="0" alt="" width="150" height="178" align="left" /><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Célio tratou de se livrar de marcas e provas, fugiu agilmente pulando o muro da escola.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O corpo de Jéssica ficou no mesmo local até segunda feira, quando algumas faxineiras notaram o estranho cheiro vindo do banheiro, pensando ser apenas algum vazamento de esgoto.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Apavoraram-se quando viram a menina morta com um olhar atônito de desespero, morreu sofrendo e sem ter quem a ajudasse.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Logo a mãe de Jéssica foi informada e em prantos acompanhou a remoção do corpo.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O enterro da menina foi marcado por muita dor e emoção. </font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">A polícia procurou em vão pelo paradeiro de Célio, que mais tarde souberam que se tratava de um falso nome, mas sua verdadeira identidade nunca foi descoberta.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Semanas, meses e anos se passaram, em pouco tempo a escola cresceu bastante sendo necessário a reabertura do banheiro onde Jéssica havia morrido, mas algo naquela escola não era mais o mesmo.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">Uma nuvem negra parecia que pairava sobre a escola, até que em um dia comum de aula, gritos de meninas foram ouvidos por todo o ambiente. Relatos davam conta de que após apertarem a descarga por umas três vezes uma menina apareceu diante dos seus olhos, completamente ensangüentada e pedindo ajuda.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O incidente aconteceu várias vezes, e somente no banheiro onde Jéssica fora assassinada.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><font face="Tahoma" size="2" color="#990000">O fato aconteceu apenas com alunas e a história se espalhou de forma assombrosa assim criando a “Loira do Banheiro”. Muitos ainda dizem que seu espírito vaga pedindo ajuda e que o suposto inspetor Célio ainda faz de jovens garotas suas vítimas.</font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><img src="http://www.contosdeterror.kit.net/celio.jpg" border="0" alt="" width="150" height="198" /></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right">&nbsp;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right">&nbsp;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; line-height: 100%" class="MsoNormal" align="right"><span style="font-family: 'Times New Roman'"><font face="Tahoma" size="4">FIM</font></span></p>
</td>
</tr>
</table>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/o-assassinato-de-jessica#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:28:54 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Casa Mal Assombrada</title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/casa-mal-assombrada</link>
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		<description><![CDATA[<p><font color="#ffffff">Minha familia havia comprado um sitio muito antigo na cidade de Pinhal do Sudoeste, corria uma história na cidade de que a antiga dona da casa havia sido assassinada pelo seu ex-amante a punhaladas dentro de um dos quartos, por isso aquele sitio era assombrado, ninguém deu muita importancia ao facto, achavamos que era coisa de caipira. Já na primeira noite, eu que era completamente incrédulo passei a respeitar todas as lendas e hisória que o pessoal conta pelo Brasil afora. O sitio era bem grande e antigo com uma aparencia sinistra, tinha 4 quartos, a cozinha não era ligada com o casarão antigo, nem o banheiro, por isso a noite eu tive que dar a volta pela casa para conseguir tirar agua do joelho, neste momento pude perceber alguem parado próximo a um arbusto me observando, nem fui ao banheiro, voltei correndo o mais rapido que pude e enfiei-me em baixo dos lençóis, passando a ouvir varios ruidos pelo corredor, arranhando as paredes, e as vezes até uns gemidos de dor, até que de repente tudo ficou no mais absoluto silencio, ouvindo apenas os animais noturno. Quando amanheceu o dia não contei nada a ninguém. O dia estava correndo normalmente, vez ou outra, viamos algum animal andando pelas arvores ou colhendo frutos no chão, a tarde passou e a noite chegou. Eram aproximadamente 2:00hs da manhã, quando o barulho começou novamente, eu tremia todo de medo, a porta do quarto estava entreaberta, como não havia iluminação elétrica no sitio (o sitio era bem antigo, mesmo), minha mãe deixou uma lamparina no meio do corredor, isso fazia com que eu conseguia ver se alguém passava diante do meu quarto, quando percebi alguém andando em direção ao quarto dos meus pais, achei que fosse minha mãe, pulei da cama corri para o corredor, pois estava com medo e tinha um sofá velho no quarto dos meus pais eu achei que minha mãe deixaria eu dormir lá, já que esta seria nossa ultima noite naquele sitio velho e bizarro, assim que alcancei minha mãe no corredor eu a toquei pelo ombro, e tomei um susto enorme, não era a minha mãe, era uma outra mulher em estado de decomposição, no lugar de seus olhos, percebi apenas manchas de sangue, gritei e sai correndo em direção ao meu quarto, joguei-me em cima da cama e a figura monstruosa estava parada na porta do quarto olhando para mim, não me lembro de ter visto meu irmão, porém ouvi seu grito, chamando meu pai, quando olhei novamente em direção da porta, já não havia mais ninguém, segundos depois entraram meu pai e minha mãe no meu quarto, eu contei o que havia acontecido mas eles não se importaram muito, até o meu irmão dizer que havia visto alguem parado na porta do meu quarto, ele achou que fosse minha mãe, e a chamou, mas quando ela virou ele percebeu que não, ele viu que era uma mulher velha e feia com o rosto pálido que parecia que ela estava morta. Parece que quando meu irmão contou essa história, meus pais perceberam que não era pesadelo que eu tive, pois nunca ouvi casos de pessoas que partilham seus pesadelos. Nós ficamos com aquela casa cerca de 3 anos, até que de tanto eu não ir, meus pais resolveram vender o sitio. </font></p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/casa-mal-assombrada#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:24:03 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Solicitamos que só prossigam àqueles que têm certeza que suportarão a horribilidade das fotos. </title>
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		<description><![CDATA[<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/31.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/30.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> </p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/28.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> </p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/26.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> </p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/23.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> </p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/18.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/17.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> </p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/16.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> <img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/20.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/autopsia/10.jpg" border="0" alt="" width="312" height="229" /> </p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/solicitamos-que-so-prossigam-aqueles-que-tem-certeza-que-suportarao-a-horribilidade-das-fotos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:23:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Imagens chocantes</title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/imagens-chocantes</link>
	<guid>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/imagens-chocantes</guid>
		<description><![CDATA[<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/18.jpg" border="0" alt="" width="350" height="512" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/17.jpg" border="0" alt="" width="350" height="233" />  <img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/06.jpg" border="0" alt="" width="425" height="256" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/05.jpg" border="0" alt="" width="366" height="251" /><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/04.jpg" border="0" alt="" width="200" height="260" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/03.jpg" border="0" alt="" width="212" height="320" /></p>
<p><img style="text-decoration: none; border: black double" src="http://www.assustador.com.br/anomalias/pessoas/02.jpg" border="0" alt="" width="403" height="281" /></p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/imagens-chocantes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:19:51 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O fantasma da menina</title>
	<link>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/o-fantasma-da-menina</link>
	<guid>http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/o-fantasma-da-menina</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff"><strong>Advertências<br /> </strong>- Não fixe o olhar na foto;<br /> - Não encare os olhos da menina;<br /> - Se começar a se sentir inquieto "feche" a foto;<br /> - Se sentir uma incontrolável vontade de ficar olhando APAGUE a foto de seu micro.</p>
<p> <strong>Origem<br /> </strong>Indonésia, durante os tumultos.<br /> Um fotógrafo estava fazendo uma cobertura dos tumultos em um dos prédios localizados na vizinhança da "cena do crime", que também é, por coincidência, um dos locais onde eles tiveram um massacre imenso.<br /> Ele estava tirando uma foto de um corredor vazio e isto apareceu quando os negativos foram revelados.</p>
<p> <strong>Fatos<br /> </strong>- O fotógrafo que tirou a foto resolveu enviá-la para estudos;<br /> - Um fotógrafo ficou louco tentando estudar a foto por muito tempo;<br /> - O jornal FOLHA DE SP tentou imprimir para utilizá-la em uma reportagem, nada saiu além de um corredor com uma figura borrada e irreconhecível;<br /> - Fotógrafos especialistas dizem que é um caso raro de fotespelhotefacto onde, dependendo do foco, torna disforme outras partes da foto<br /> - Parapsicólogos dizem que é um caso (que nem é muito raro) de Foto da Além Vida, onde podemos ver claramente a forma ainda viva de um espectro (fantasmas para nós leigos)</p>
<p> <strong>Comentários</strong><br /> - Várias pessoas dizem que não vêem nada além de um corredor vazio;<br /> - Outras dizem que vêem várias outras figuras (muitas dessas pessoas morreram);<br /> - Outras juram que viram a figura fazendo um sinal como se desse adeus;<br /> - Outras ainda dizem que a figura os chamam;</p>
<p> "Ninguém sabe ao certo o que é verdade (nem mesmo a procedência exata da foto, sendo que o fotógrafo que a enviou preferiu ficar no anonimato), mas também é fato que após o ocorrido no jornal Folha de SP a foto vem sido difundida e muitas outras pessoas criarão outras estórias sobre ela, porém os parapsicólogos advertem pois acreditam que a energia carregada nesta foto trás juntamente a energia da menina que ainda não desencarnou e isso pode trazer vários fenômenos anamnésicos e materiais às pessoas e aos lugares onde está sendo observada (e isso explica as advertências no inicio da página)."</font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><font face="MS Sans Serif" size="3"><img src="http://www.assustador.com.br/fantasmas/01.jpg" alt="" width="386" height="463" /></font></p>
<p><a href="http://assombraxao.nireblog.com/post/2008/04/30/o-fantasma-da-menina#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:16:07 +0100</pubDate>	</item>
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